21.12.08

E viva a sorte!!!!

Logo que entrei no avião para Florianópolis vi a Sandra de Sá. Imediatamente pensei: Pô, Deus não vai querer matar a Sandra de Sá... A viagem vai ser tranquila!!!!

E foi! Já no desembarque, na hora de pegar as malas, quem vejo???? Jorge Vercilo!!!!

Pensei: CARALHO!!!! ESCAPEI POR POUCO!!!!

Realmente estou com sorte hoje!!! ;- )

p.s.: Só pra constar, esse é o post de número 300 EEEEEEEEEEE

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2000 inove

É praticamente desnecessário que eu venha aqui dizer que este blog entrará num recesso de final de ano, considerando que o último post tem quase um mês já...

Mas, enfim, eu vim aqui dizer que este blog entrará em recesso pois essa pessoa que vos fala, escreve, irá daqui a pouco para Santa Catarina, trabalhar no atendimento às vítimas da enchente no Estado.

Conforme prometido a alguns amigos, tentarei tirar umas fotos e postá-las aqui quando der, e dará, porque ao que parece, eu me dei bem e o hotel tem wireless...

Deixo vocês com a mesma e velha citação dos anos passado e retrasado, na falta de algo que consiga dizer melhor o que desejo sempre a vocês em qualquer época do ano...

"Desejo a todos, no ano novo, muitas virtudes e boas ações e alguns pecados agradáveis, exultantes, discretos e, principalmente, bem sucedidos". Rubem Braga

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28.11.08

Dia 4

Como eu te disse antes, não queria falar mais de morte, mas a morte faz parte da minha vida. Até mesmo metaforicamente. Não o culpo por sentir pena de mim, mas esse sentimento é a única coisa que não me permito ter de mim mesma. E é porque nunca tive vontade de tê-lo mesmo. Sempre achei que as coisas que me aconteceram me tornaram o que sou hoje. Não saberia dizer como eu seria se as coisas tivessem tido outro rumo. Não penso nisso.

A morte é um grande medo pra mim. Não consigo imaginar ter uma vida longa como muitas outras pessoas que conheço. Na minha família muitos morreram cedo. Meus poetas preferidos morreram cedo. Meus cantores também. Como dizem por aí: Os bons morrem antes. Por que eu escaparia dessa sina?

Há poucos anos atrás, no meu processo de luto pessoal, aconteceu uma coisa muito estranha. Eu olhava as pessoas na rua e via como elas iam morrer. Se eu via mesmo ou se era minha imaginação, eu não sei... Não sei se acredito em outras vidas e em canais abertos, mas o fato é que as cenas das pessoas morrendo eram bem reais. E de variadas maneiras... Saí desse processo ainda mais apaixonada pela vida. Não penso mais na morte não porque ela tenha menor peso pra mim, mas porque não deixo espaço para ela mais. Durmo hoje pensando no dia lindo que eu vou ter amanhã. E depois? Bem, depois é outro dia...

A gente sempre acha que não vai aguentar viver depois de ver os pais morrerem. Eu também achava, mas como já te disse uma vez, a gente nunca pode prever o que vai acontecer com sentimentos aparentemente imutáveis ao longo da vida. Quando as coisas aconteceram eu já não era mais a mesma... Sobre isso eu escrevi um outro dia, mando pra você agora, com votos de que passe a me entender um pouco mais no dia que eu não estiver mais aqui... Talvez mais até do que eu mesma...

"O telefone tocou antes das sete da manhã de uma segunda-feira. Uma manhã que seria como outra qualquer se não seguisse um final de semana de estranha apreensão. Desde que colocaram-lhe a sonda a mãe tinha dito "Chama minha filha que eu vou morrer". Só ficou sabendo disto depois. Não tinha ido porque a família acreditava que tinha que ser poupada da última visão. No fundo não tinha ido por um misto de raiva, vergonha, indiferença e medo de não ser reconhecida. Não queria correr o risco de ser chamada de Carolina, nome que ela repetia incessantemente a todos que via. Não sabia se conseguiria interpretar mais este papel na frente da mãe. Foram tantos, o que custava mais um? Carolina, quem seria? Hoje não importa mais.

"Ela apagou a luz", alguém declarou alguns dias antes. A mãe tinha lhe confessado que queria morrer numa cama, sendo cuidada por todos. A morte lhe supriria a carência, coisa que não conseguira em vida. Será que ela imaginava ver a filha aos seus pés? Dificilmente. Não foi fácil ouvir a verdade, mesmo tendo acompanhado o rápido processo de degradação da mãe depois que desistira de viver, mesmo depois de saber da pneumonia que lhe devastava os pulmões de 37 anos de cigarro e alguns muitos outros de ar irrespirável, mesmo sabendo que ela tinha escolhido a morte que lhe convinha, e que no final deve ter partido feliz.

Muitas vezes tinha desejado que a mãe morresse. Muitas vezes tinha imaginado alguém batendo à porta para dizer "Sua mãe morreu, você está livre agora", como se a ajuda pudesse vir dos céus, quase que divina. Mas depois de ter conseguido resolver seus problemas sozinha, e na hora que teve a certeza de que jamais sentiria raiva daquela mulher de novo (ou que jamais poderia culpá-la por suas próprias escolhas), sentiu-se presa a uma luta sem sentido e chorou como nunca tinha imaginado que choraria.

Depois que morrem, todas as pessoas viram boas. Não nos vale mais o esforço de ficar falando mal de alguém que já não está ali para sentir o peso da repreensão. No caminho longo até a cidade onde vivia a mãe, ela pôde repensar mentalmente todas as coisas horríveis que já tinha ouvido dela, e todas as coisas também horríveis que já tinha dito. Se lembrou da ausência constante, das brigas constantes, da vontade insuportável de não voltar nunca mais, da primeira vez em que não precisou voltar...

Do exato momento em que deixaram de ser felizes juntas, ela não se lembrava mais. O sofrimento que lhe fôra causado pela mãe depois de um tempo apagou todas as lembranças boas que tinha. A culpa, o remorso, ou a esperança de que tudo pudesse mudar, já não sabia mais, faziam-na sempre visitá-la, e invariavelmente era escorraçada de casa, que deveria ser a sua também. Na rodoviária, de madrugada, jurava que jamais voltaria. Mas sempre voltava.

O choro tinha cessado ao abraçar o irmão, talvez a única pessoa que tenha amado a mãe de verdade, e mesmo assim tinha tido coragem de pedir ajuda pra escapar daquele lugar. Do fundo das lembranças a serem esquecidas veio a voz da mãe lhe acusando de ter destruído sua vida quando a viu levar o irmão embora, poucos meses antes daquele dia.

O seu amor pela mãe era mais obrigação do que vontade, mais passado do que presente. Era o amor de quem tinha se visto privado dele, amor de quem tem uma capacidade de amar maior do que a requisitada. Amor que se viu esvaindo em cada abraço de pêsames, guardado calorosamente no colo dos que herdaram a carência, e não a dor. Quando viu o caixão já não tinha mais do que um vazio por dentro.

"Nem sei se ela preferia ser cremada" foi seu pensamento quando o ritual, que julgava desnecessário e enfadonho, começou. Na primeira pá de terra sentiu dor, na segunda sentiu pena, na terceira sentiu paz. Fechou os olhos e se despediu baixinho, num rosário compreensível só para si mesma. Ao perdoar a mãe naquela hora, recebeu dela pela segunda vez a sua vida."

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Contagem Regressiva
Dia 1
Dia 2
Dia 3

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Das coisas inexplicáveis...

Existem coisas que não tem explicação. Uma delas, por exemplo, é eu resolver começar um post sobre uma coisa que, de antemão, eu já sei que não conseguirei explicar. É este o caso. Pensei no assunto e depois pensei em escrever sobre o assunto e depois pensei sobre o pensamento anterior, e descobri que seria impossível escrever sobre assunto que não pode ser assuntado. Não que não possa, este até pode, mas eu não saberia fazê-lo. É porque algumas coisas são inexplicáveis, inditáveis e indescritíveis.

Eu poderia citar uma porção de coisas assim, tais como a vida, por exemplo. Mas se a vida é inexplicável, porque escrever tanto sobre ela? Exatamente porque não tem explicação. É por isso que se fala tanto na vida. E vocês podem me perguntar: Mas a morte não é ainda mais sem explicação? Eu diria que não. Esta última somente acontece, nada se pode fazer. Mas a vida, ahhhh a vida, ela não simplesmente acontece... Ela nasce, ela surge, ela irrompe, ela inferniza, ela parabeniza, ela afaga, ela critica, ela vibra. Porque ela é a vida.

Assim, pura e simplesmente, sem explicação...

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23.11.08

tijolos e tropeços

O caminho não era de tijolos amarelos, nem uma música famosa entoava no ar feito mágica de sonoplastia moderna. Ela também não vinha saltitante, mas mesmo assim tropeçou. E se apaixonou.

Hoje anda por aí de braços dados com o tropeço, cuidando pra não pisar no lado preto ou no lado branco da rua, ao acaso. Agora saltitante, confia no apoio para não tropeçar de novo, mas esquece que ele também pode tropeçar...

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16.11.08

O casamento gay II

Uma amiga foi morar com a namorada recentemente. Conversando, ela me contou sobre o desejo de se casar, ou pelo menos realizar uma cerimônia íntima para celebrar o fato.


No meio do papo surgiu a conversa sobre a roupa que elas usariam, a velha polaridade entre masculino e feminino reverberada nos ecos de uma igreja, salão de festas do prédio ou sala de estar de casa... As duas de vestido, alguma de terno?

Minha amiga prontamente respondeu... Não é uma questão de roupa, ou de papéis, quem vai fazer o homem ou quem vai fazer a mulher...

O importante mesmo é decidir quem quer esperar no altar...

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11.11.08

O casamento gay

Não dá pra não mencionar o que disse Keith Olbermann sobre a vitória da Proposta 8 na Califórnia, contra o casamento gay (que já tinha sido autorizado).

A tradução é do Pablo, do Diário de Bordo.

“Alguns esclarecimentos, como prefácio: não é uma questão de gritaria ou política ou mesmo sobre a Proposta 8. Eu não tenho nenhum interesse pessoal envolvido, não sou gay e tive que me esforçar para me lembrar de um membro de minha imensa família que é homossexual. (...) E, apesar disso, essa votação para mim é horrível. Horrível. (…) Porque esta é uma questão que gira em torno do coração humano – e se isto soa cafona, que seja.
Se você votou a favor da Proposta 8 ou apóia aqueles que votaram ou o sentimento que eles expressaram, tenho algumas perguntas a fazer, porque, honestamente, não entendo. Por que isso importa para você? O que tem a ver com você? Numa época de volubilidade e de relações que duram apenas uma noite, estas pessoas queriam a mesma oportunidade de estabilidade e felicidade que é uma opção sua. Elas não querem tirar a sua oportunidade. Não querem tirar nada de você. Elas querem o que você quer: uma chance de serem um pouco menos sozinhas neste mundo.
Só que agora você está dizendo para elas: “Não!”. “Vocês não podem viver isto desta forma. Talvez possam ter algo similar – se se comportarem. Se não causarem muitos problemas.” Você se dispõe até mesmo a dar a elas os mesmos direitos legais – mesmo que, ao mesmo tempo, esteja tirando delas o direito legal que já tinham (o do casamento civil). Um mundo em volta deste conceito, ainda ancorado no amor e no matrimônio, e você está dizendo para elas: “Não, vocês não podem se casar!”. E se alguém aprovasse uma Lei dizendo que você não pode se casar?
Eu continuo a ouvir a expressão “redefinindo o casamento”. Se este país não tivesse redefinido o casamento, negros não poderiam se casar com brancos. Dezesseis Estados tinham leis que proibiam o casamento inter-racial em 1967. 1967! Os pais do novo Presidente dos Estados Unidos não poderiam ter se casado em quase um terço dos Estados do país que seu filho viria a governar. Ainda pior: se este país não houvesse “redefinido” o casamento, alguns negros não poderiam ter se casado com outros negros. (...) Casamentos não eram legalmente reconhecidos se os noivos fossem escravos. Como escravos eram uma propriedade, não podiam ser marido e mulher ou mãe e filho. Seus votos matrimoniais eram diferenciados: nada de “Até que a morte os separe”, mas sim “Até que a morte ou a distância os separe”.
O casamento entre negros não era legalmente reconhecido assim como os casamentos entre gays (...) hoje não são legalmente reconhecidos.
E incontáveis são, em nossa História, os homens e mulheres forçados pela sociedade a se casarem com alguém do sexo oposto em matrimônios armados ou de conveniência ou de puro desconhecimento; séculos de homens e mulheres que viveram suas vidas envergonhados e infelizes e que, através da mentira para os outros ou para si mesmos, arruinaram inúmeras outras vidas de esposas, maridos e filhos – apenas porque nós dissemos que um homem não pode se casar com outro homem ou que uma mulher não pode se casar com outra mulher. A santidade do matrimônio.
Quantos casamentos como estes aconteceram e como eles podem aumentar a “santidade” do matrimônio em vez de torná-lo insignificante?
E em que isso interessa a você? Ninguém está te pedindo para abraçar a expressão de amor destas pessoas. Mas será que você, como ser humano, não teria que abraçar aquele amor? O mundo já é hostil demais. Ele se coloca contra o amor, contra a esperança e contra aquelas poucas e preciosas emoções que nos fazem seguir adiante. Seu casamento só tem 50% de durar, não importando como você se sente ou o tanto que você batalhará por ele. E, ainda assim, aqui estão estas pessoas tomadas pela alegria diante da possibilidade destes 50%. (...) Com tanto ódio no mundo, com tantas disputas sem sentido e pessoas atiradas umas contra as outras por motivos banais, isto é o que sua religião te manda fazer? Com sua experiência de vida neste mundo cheio de tristeza, isto é o que sua consciência te manda fazer? Com seu conhecimento de que a vida, com vigor interminável, parece desequilibrar o campo de batalha em que todos vivemos em prol da infelicidade e do ódio... é isto que seu coração te manda fazer?
Você quer santificar o casamento? Quer honrar seu Deus e o Amor universal que você acredita que Ele representa? Então dissemine a felicidade – este minúsculo e simbólico grão de felicidade. Divida-o com todos que o buscam. Cite qualquer frase dita por seu líder religioso ou por seu evangelho de escolha que te comande a ficar contra isso. E então me diga como você pode aceitar esta frase e também outra que diz apenas: “Trate os outros como gostaria de ser tratado”.
O seu país – e talvez seu Criador – pede que você assuma uma posição neste momento. Um pedido para que se posicione não numa questão política, religiosa ou mesmo de hetero ou homossexualidade, mas sim numa questão de Amor. (...) Você não tem que ajudar ou aplaudir ou lutar por ela. Apenas não a destrua. Não a apague. Porque mesmo que, num primeiro momento, isto pareça interessar apenas a duas pessoas que você não conhece, não entende e talvez não queira nem conhecer, é, na realidade, uma demonstração de seu amor por seus semelhantes. Porque este é o único mundo que temos. E as demais pessoas também contam."

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9.11.08

Salvem a perereca!!!!

Este título de post está mais para o meu amigo Adamastor Goldman do que pra mim, mas eu não resisti a usá-lo...

Em livro publicado terça passada, o Ministério do Meio Ambiente adverte: O desbastamento da Mata está matando as pererecas...

Cláudia Ohana que o diga...



Mata Atlântica nativa



Área desmatada.


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5.11.08

Dia da Cultura

Hoje é o Dia da Cultura. Aproveito então para recolocar alguns links de assuntos pertinentes ao tema, como a definição de cultura popular, os saberes culturais, como se formaram as raízes que temos hoje, entre outros, que eu já discuti por aqui. Vale a pena reler:

Como se Constroem Raízes.

Cultura Popular. Brasileira?

Os seres e os fazeres culturais.

O Samba da Minha Terra.

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Nem me identifiquei...


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29.10.08

Domínio Público

Aqui vai a lista dos 1000 títulos mais baixados no site Domínio Público, do Governo Federal.

Para achar o autor ou o livro que está procurando aperte Ctrl F e digite o parâmetro da busca.

Para ver a lista, clique no Mais...



A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A “Não-me-toques”! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D’Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
A Semana -Machado de Assis
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A Bela Madame Vargas -João do Rio
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
Cinco Mulheres -Machado de Assis
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
O Cortiço -Aluísio Azevedo
RELIQUIAE -Florbela Espanca
Minha formação -Joaquim Nabuco
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
Auto da Alma -Gil Vicente
345 -Artur Azevedo
O Dicionário -Machado de Assis
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
Cinco minutos -José de Alencar
Lucíola -José de Alencar
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
A Alegria da Revolução -Ken Knab
O Ateneu -Raul Pompéia
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
Noite de Almirante -Machado de Assis
O Sertanejo -José de Alencar
A Conquista -Coelho Neto
Casa Velha -Machado de Assis
O Enfermeiro -Machado de Assis
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
Poemas -Safo
A Viuvinha -José de Alencar
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
Contos para Velhos -Olavo Bilac
Ulysses -James Joyce
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
Cícero -Plutarco
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
As Religiões no Rio -João do Rio
Várias Histórias -Machado de Assis
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
Bons Dias -Machado de Assis
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
A Capital Federal -Artur Azevedo
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
As Forças Caudinas -Machado de Assis
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
Balas de Estalo -Machado de Assis
AS VIAGENS -Olavo Bilac
Antigonas -Sofócles
A Dívida -Artur Azevedo
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
Uns Braços -Machado de Assis
Ubirajara -José de Alencar
Poética -Aristóteles
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
Via-Láctea -Olavo Bilac
O Mulato -Aluísio de Azevedo
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
A Pata da Gazela -José de Alencar
BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
O que é o Casamento? -José de Alencar
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
A Casa Fechada -Roberto Gomes Ribeiro
As Asas de um Anjo (Comédia) -José de Alencar
Béatrix -Honoré de Balzac
Diva -José de Alencar
A Melhor Amiga -Artur Azevedo
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
CONTOS AVULSOS -Alcântara Machado
Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa
Cantiga de Esponsais -Machado de Assis
Quincas Borba -Machado de Assis
Brincar com fogo -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
Dentro da noite -João do Rio
O Livro da Lei -Aleister Crowley
Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão
Conto de Escola -Machado de Assis
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Ao Entardecer (contos vários) -Visconde de Taunay
Felicidade pelo Casamento -Machado de Assis
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
O Mulato -Aluísio de Azevedo
Farsa do Velho da Horta -Gil Vicente
Amor com Amor se Paga -Joaquim José da França Júnior
Andar a Pé -David Henry Thoreau
Arras por Foro de Espanha (1371-1372) -Vania Ribas Ulbricht
20,000 Leagues Under the Sea -Jules Verne
Mãe -José de Alencar
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Amedeide : poema eroico -Gabriello Chiabrera
Caso da Vara -Machado de Assis
Poemas -Alphonsus de Guimarães
O Mundo como Está -Voltaire
Elogio da vaidade -Machado de Assis
Decadência de dois grandes homens -Machado de Assis
Um Homem Célebre -Machado de Assis
A Marquesa de Santos -Paulo Setúbal
Memorial de Aires -Machado de Assis
As Pupilas do Senhor Reitor -Júlio Dinis
Conto Alexandrino -Machado de Assis
A Almanjarra -Artur Azevedo
Poesias dispersas -Machado de Assis
Ser Infeliz -Franz Kafka
Teoria do Medalhão -Machado de Assis
Lendas e Narrativas (Tomo I) -Vania Ribas Ulbricht
Viver! -Machado de Assis
Sonetos -Luís Vaz de Camões
A Normalista -Adolfo Ferreira Caminha
Crônicas -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Velho da Horta -Gil Vicente
Divina Commedia di Dante -Dante Alighieri
Carolina -Casimiro de Abreu
Auto da Índia -Gil Vicente
A Melhor Vingança -Artur Azevedo
O Ingênuo -Voltaire
A Pata da Gazela -José de Alencar
O Demônio Familiar -José de Alencar
Iaiá Garcia -Machado de Assis
Camões -Joaquim Nabuco
Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas -Pe. André João Antonil
O Mistério da Estrada de Sintra -José Maria Eça de Queirós
Filosofia de um par de botas -Machado de Assis
O Gaúcho -José de Alencar
Discurso Sobre a História da Literatura do Brasil-Manifesto Publicado na Revista Nictheroy em 1836 -Machado de Assis
Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais -Bernardo Guimarães
Tu, só tu, puro amor -Machado de Assis
Vida Urbana -Afonso Henriques de Lima Barreto
Caramuru -José de Santa Rita Durão
As Cartas de Amabed -Voltaire
Papéis Avulsos -Machado de Assis
À Margem da História -Euclides da Cunha
Uma Lágrima de Mulher -Aluísio de Azevedo
Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Aforismi, novelle e profezie -Leonardo da Vinci
Crisálidas -Machado de Assis
Críticas Teatrais -Machado de Assis
Mariana -Machado de Assis
The Mysterious Affair at Styles -Agatha Christie
As Farpas (Fevereiro a Maio 1878) -José Maria Eça de Queirós
Correspondência de Machado de Assis -Machado de Assis
O Mandarim -José Maria Eça de Queirós
Cantigas de Santa Maria -I -Alfonso X, el Sabio
O Moço Loiro -Joaquim Manuel de Macedo
Em busca dos contos perdidos -Mariza B. T. Mendes
Vênus! divina vênus! -Machado de Assis
O Ateneu -Raul Pompéia
Eterno! -Machado de Assis
Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves
Encarnação -José de Alencar
Algunos Poemas a Lesbia -Caio Valério Catulo
Capítulo dos Chapéus -Machado de Assis
O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
O SEMINARISTA -Bernado Guimarães
Ao Correr da Pena -José de Alencar
A Retirada da Laguna -Visconde de Taunay
Noite na Taverna -Alvarez Azevedo
Deus -Vania Ribas Ulbricht
Quinhentos Contos -Machado de Assis
Carmina -Caio Valério Catulo
Os Sertões -Euclides da Cunha
Diva -José de Alencar
Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto
O corpo feminino em debate -Maria Izilda Santos de Matos
Madame Bovary -Gustave Flaubert
Fernando e Fernanda -Machado de Assis
Zadig ou o Destino -Voltaire
Máximas, Pensamentos e Reflexões -Marquês de Maricá
Momento literário -João do Rio
Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
Poesias Colegiais -Antônio Frederico de Castro Alves
História do Futuro, Vol. I -Pe. Antônio Vieira
A Margem -José Leon Machado
ASTÚCIAS de NAMORADA -M. Pinheiro Chagas
Desencantos -Machado de Assis
O Mulato -Aluísio Azevedo
Metafísica das Rosas -Machado de Assis
Tarde -Olavo Bilac
O Uraguai -José Basílio da Gama
A Doença do Fabrício -Artur Azevedo
Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto
Cartas de Inglaterra -José Maria Eça de Queirós
As Farpas (Janeiro 1878) -José Maria Eça de Queirós
A Aprender en las Haciendas -José Martí
D. Benedita -Machado de Assis
A relíquia -José Maria Eça de Queirós
Pareceres de Machado de Assis -Machado de Assis
Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha
A Carta de Mestre João Faras -Mestre João Faras
O BRASIL ANEDÓTICO -Humberto de Campos
Evolução -Machado de Assis
A Moça mais Bonita do Rio de Janeiro -Artur Azevedo
Ondas e Outros Poemas Esparsos -Euclides da Cunha
Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
The Secret Adversary -Agatha Christie
O DIALETO CAIPIRA -Amadeu Amaral
The Pearl Box -A Pastor
Eurico, o Presbítero -Vania Ribas Ulbricht
O Anel de Polícrates -Machado de Assis
O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
A Pata da Gazela -José de Alencar
Minha formação -Joaquim Nabuco
A Normalista -Adolfo Ferreira Caminha
Gargantua and Pantagruel, Complete. -Francois Rabelais
As Pupilas do Senhor Reitor -Júlio Dinis
A Dog’s Tale -Mark Twain
Uma Senhora -Machado de Assis
10,000 Dreams Interpreted -Gustavus Hindman Miller
Don Quixote -Miguel de Cervantes Saavedra
Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós
Las 7 Partidas -Alfonso X, el Sabio
O Seminarista -Bernardo Guimarães
A Tempestade -Vania Ribas Ulbricht
As Casadas Solteiras -Luís Carlos Martins Pena
A Falência -Júlia Lopes de Almeida
Entre 1892 e 1894 -Machado de Assis
A Morte do Lidador -Vania Ribas Ulbricht
Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete Português de Leitura -Joaquim Nabuco
MEMÓRIAS DA RUA DO OUVIDOR -Joaquim Manoel de Macedo
A Voz -Vania Ribas Ulbricht
Capítulos de História Colonial -João Capistrano de Abreu
À Margem da História -Euclides da Cunha
O Homem dos Quarenta Escudos -Voltaire
Camoens: the lyric poet: address at Vasar College on April, 1909 -Joaquim Nabuco
Poema da Virgem -Pe. José de Anchieta
A Filosofia do Mendes -Artur Azevedo
PROFISSÃO DE FÉ -Olavo Bilac
Wuthering Heights -Emily Brontë
As Mulheres de Mantilha -Joaquim Manuel de Macedo
Último Capítulo -Machado de Assis
D. Paula -Machado de Assis
O Noviço -Luís Carlos Martins Pena
Inocência -Visconde de Taunay
Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga
Las Profecías de Nostradamus -Michel Nostradamus
Crimen y Castigo -Fyodor Dostoyevsky
Auto da Alma -Gil Vicente
A Christmas Carol -Charles Dickens
Os Sonhos d’Ouro -José de Alencar
O MONSTRO E OUTROS CONTOS -Humberto de Campos
O anjo Rafael -Machado de Assis
Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga
Casada e viúva -Machado de Assis
Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário -Fundação Biblioteca Nacional
Lição de Botânica -Machado de Assis
Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons -Gregório de Matos
Dispersão -Mário de Sá-Carneiro
Romance de uma Velha -Joaquim Manuel de Macedo
Amante Liberal -Miguel de Cervantes
Marcha Fúnebre -Machado de Assis
Casa, não casa -Machado de Assis
El Conde de Montecristo -Alexandre Dumas
Ubirajara -José de Alencar
Broquéis -João da Cruz e Sousa
A Mortalha de Alzira -Aluísio de Azevedo
História de uma lágrima -Machado de Assis
O Homem que Sabia Javanês -Afonso Henriques de Lima Barreto
I-Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias
Curta história -Machado de Assis
Histórias sem Data -Machado de Assis
Como se inventaram os almanaques -Machado de Assis
Madame Bovary -Gustave Flaubert
I-Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias
Papéis Velhos -Machado de Assis
Crônicas de Londres -José Maria Eça de Queirós
Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen
Poemas de Fagundes Varela -Luís Nicolau Fagundes Varela
Os Dois Amores -Joaquim Manuel de Macedo
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
O Livro de uma Sogra -Aluísio de Azevedo
Les Fleurs du Mal -Charles Baudelaire
Encarnação -José de Alencar
O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Prosas Bárbaras -José Maria Eça de Queirós
A SERPENTE DE BRONZE -Humberto de Campos
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
O Relógio de Ouro -Machado de Assis
A Polêmica -Artur Azevedo
Algunas Poesías -Johann Wolfgang von Goethe
A Pele do Lobo -Artur Azevedo
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
Los Miserables -Victor Hugo
Contos Fora de Moda -Artur Azevedo
O Bobo -Vania Ribas Ulbricht
Auto da Feira -Gil Vicente
O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Divina Commedia di Dante: Inferno -Dante Alighieri
Os Brilhantes do Brasileiro -Camilo Castelo Branco
La Ilíada -Homero
Duas Juízas -Machado de Assis
Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
Les Miserables -Victor Hugo
Caráter -Ralph Waldo Emerson
Lira dos Vinte Anos -Alvarez Azevedo
A Capital Federal -Artur Azevedo
A Jóia -Artur Azevedo
Diana -Machado de Assis
Prólogos Interessantíssimos -Vários autores
Micrômegas -Voltaire
A Ritinha -Artur Azevedo
Casa de Pensão -Aluísio Azevedo
Longe dos Olhos -Machado de Assis
O Rio de Janeiro em 1877 -Artur Azevedo
Verso e Reverso -José de Alencar
O que é o Casamento? -José de Alencar
Os Timbiras -Antônio Gonçalves Dias
Fulano -Machado de Assis
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Mateus e Mateusa -Qorpo Santo
Germinal -Émile Zola
Auto da Festa de São Lourenço -Pe. José de Anchieta
Minha formação -Joaquim Nabuco
Casa velha -Machado de Assis
O Judas em Sábado de Aleluia -Luís Carlos Martins Pena
A Midsummer Night’s Dream -William Shakespeare
Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena
De bello Gallico -Júlio César
Contos -José Maria Eça de Queirós
Cantiga velha -Machado de Assis
Casa de pensão -Aluísio de Azevedo
Filmer -H.G. Wells
Poesia Litigiosa -Antônio Frederico de Castro Alves
El Retrato de Dorian Gray -Oscar Wilde
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
Canto da Solidão -Bernardo Guimarães
Poemas Escolhidos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
A Carne -Júlio Ribeiro
Carta de um Defunto Rico -Afonso Henriques de Lima Barreto
Quem Boa Cama Faz… -Machado de Assis
Uma Praga Rogada nas Escadarias da Fôrca -Camilo Castelo Branco
Gato Negro -Edgar Allan Poe
Crônica do Viver Baiano Seiscentista - A Nossa Sé da Bahia -Gregório de Matos
Anna Karenina -León Nikolaïévitch Tolstoy
Hoje Avental, amanhã Luva -Machado de Assis
Hamlet, Prince of Denmark -William Shakespeare
A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
Linha Reta e Linha Curva -Machado de Assis
Lágrimas de Xerxes -Machado de Assis
As Farpas (Janeiro a Fevereiro 1873) -José Maria Eça de Queirós
Alma Inquieta -Olavo Bilac
D. Mônica -Machado de Assis
Demônios -Aluísio Azevedo
Poesías -Antonio Machado
Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis
Abel e Helena -Artur Azevedo
Dracula -Bram Stoker
A Viuvinha -José de Alencar
A Intrusa -Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida
ASSOMBRAMENTO -Afonso Arinos
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
Sun Tzu on the Art of War -Sun Tzu
As Farpas (Junho a Julho 1882) -José Maria Eça de Queirós
A Marcelina -Artur Azevedo
Aventuras de Robinson Crusoe -Daniel Defoe
Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias
Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto
As Farpas (Junho 1883) -José Maria Eça de Queirós
O Empréstimo -Machado de Assis
Cartas Familiares e Bilhetes de Paris -José Maria Eça de Queirós
Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
Inocência -Visconde de Taunay
A Filha de Maria Angu -Artur Azevedo
A Nota de Cem Mil-Réis -Artur Azevedo
HOJE SOU UM; E AMANHÃ OUTRO -Qorpo Santo
Manuscrito de um Sacristão -Machado de Assis
Otelo -William Shakespeare
Cantigas de Santa María -Alfonso X, el Sabio
PANÓPLIAS -Olavo Bilac
Viver -Machado de Assis
Sarças de Fogo -Olavo Bilac
LIVRO DAS DONAS E DONZELAS -Júlia Lopes de Almeida
Entre Santos -Machado de Assis
As Farpas (Março a Abril 1873) -José Maria Eça de Queirós
Comes e Bebes -Artur Azevedo
A Book -Emily Dickinson
As Asas de um Anjo (Peça) -José de Alencar
Auto de Mofina Mendes -Gil Vicente
A Conquista -Coelho Neto
Trio em Lá Menor -Machado de Assis
O Touro Branco -Voltaire
GRÃOS DE MOSTARDA -Humberto de Campos
Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira
Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira
De Profundis -Oscar Wilde
OS RETIRANTES -José do Patrocínio
Ernesto de Tal -Machado de Assis
A Partida -Coelho Neto
O Enfermeiro -Machado de Assis
Idéias do Canário -Machado de Assis
Inocência -Visconde de Taunay
Quem conta em conto… -Machado de Assis
Cinco minutos -José de Alencar
A Ilha da Maré -Manuel Botelho de Oliveira
Sermão I - Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos
História da Província de Santa Cruz, A que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
Aos Vinte Anos -Aluísio Azevedo
Alves & Cia. -José Maria Eça de Queirós
O Bispo Negro -Vania Ribas Ulbricht
Não Consultes Médico -Machado de Assis
Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias
Clepsidra -Camilo Pessanha
Estórias de Jenni -Voltaire
Farsa ou Auto de Inês Pereira -Gil Vicente
Miss Dollar -Machado de Assis
The Necronomicon -Aleister Crowley
Memorial de Aires -Machado de Assis
Faróis -João da Cruz e Sousa
A Vitória e a Piedade -Vania Ribas Ulbricht
O Touro Negro -Aluísio Azevedo
Til -José de Alencar
Um Apólogo -Machado de Assis
Na Academia Brasileira de Letras -Machado de Assis
Missal -João da Cruz e Sousa
Fables -Jean de La Fontaine
As Farpas (Outubro a Novembro 1873) -José Maria Eça de Queirós
Singular Ocorrência -Machado de Assis
A Lover’s Complaint -William Shakespeare
Thus spake zarathustra -Friedrich Nietzsche
O Velho Senado -Machado de Assis
Triunfo da Morte -Francesco Petrarca
Novos Cantos -Antônio Gonçalves Dias
Identidade -Machado de Assis
A Semana Santa -Vania Ribas Ulbricht
I libri della famiglia -Jason Harris
O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Eu sou a vida; eu não sou a morte -Qorpo Santo
The Prince -Nicolau Maquiavel (Niccolò Machiavelli)
O Mandarim -José Maria Eça de Queirós
Falenas -Machado de Assis
As Casadas Solteiras -Luís Carlos Martins Pena
Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Ressureição -Machado de Assis
Madame Bovery -Gustave Flaubert
O Garimpeiro -Bernardo Guimarães
A Casinha de Fresco -Artur Azevedo
Convivio -Dante Alighieri
Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
O Japão -Aluísio Azevedo
Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa
Goivos e Camélias -Machado de Assis
O Conde d’Abranhos -José Maria Eça de Queirós
O Matuto -Franklin Távora
Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
O Cônego ou Metafísica do Estilo -Machado de Assis
Conversão de um avaro -Machado de Assis
Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo
As Jóias da Coroa -Raul Pompéia
De Bello Gallico and Other Commentaries -Caius Julius Caesar
Logica -D. Andres Piquer
Possível e Impossível -Machado de Assis
Jogo do Bicho -Machado de Assis
O Segredo de Augusta -Machado de Assis
A Princesa dos Cajueiros -Artur Azevedo
Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha
Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós
Ex Cathedra -Machado de Assis
Poesias Completas -Laurindo José da Silva Rabelo
O Homem -Aluísio Azevedo
Umas Férias -Machado de Assis
Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves
O Oráculo -Machado de Assis
Dracula -Bram Stocker
To be or not to be -Machado de Assis
Rogério Duprat: sonoridades multiplas -Regiane Gaúna
O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
A Origem do Mênstruo -Bernardo Guimarães
Os deuses de casaca -Machado de Assis
Luxo e Vaidade -Joaquim Manuel de Macedo
Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Segredo do Bonzo -Machado de Assis
El la Biblio -Ludwik Lejzer Zamenhof
Crisálidas -Machado de Assis
Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
O Elixir do Pajé -Bernardo Guimarães
Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães
Frei Simão -Machado de Assis
Um Tratado da Cozinha Portuguesa do Século XV -Anônimo
D. Pedro -Vania Ribas Ulbricht
Amor por Anexins -Artur Azevedo
Cuentos de Amor, de Locura y de Muerte -Horacio Quiroga
El Profeta -Gibran Kalil Gibran
O Rei dos Caiporas -Machado de Assis
Folhas Caídas -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
O Garatuja -José de Alencar
Cuentos y Fábulas -Marquês de Sade
O que são as moças -Machado de Assis
Flor anônima -Machado de Assis
O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac
Les Miserables -Victor Hugo
O País das Quimeras -Machado de Assis
Diálogos das Grandezas do Brasil -Ambrósio Fernandes Brandão
Edipo Rey -Sófocles
O Único Assassinato de Cazuza -Afonso Henriques de Lima Barreto
Aesop’s Fables -Esopo
Pride and Prejudice -Jane Austen
As Farpas (Novenbro a Dezenbro 1882) -José Maria Eça de Queirós
As Asneiras do Guedes -Artur Azevedo
A Retirada da Laguna -Visconde de Taunay
O contrato -Machado de Assis
Banhos de Mar -Artur Azevedo
Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta
Werther -Johann Wolfgang von Goethe
A mulher de Anacleto -Afonso Henriques de Lima Barreto
Os Irmãos das Almas -Luís Carlos Martins Pena
O Ateneu -Raul Pompéia
Galeria Póstuma -Machado de Assis
Um Capitão de Voluntários -Machado de Assis
Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira
Páginas Críticas e Comemorativas -Machado de Assis
Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira
Mattos, Malta ou Matta? -Aluísio de Azevedo
Maria Cora -Machado de Assis
A Maldita Parentela -Joaquim José da França Júnior
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Alvarez Azevedo
O Pai -Machado de Assis
Numa e a Ninfa -Afonso Henriques de Lima Barreto
Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis
As Cerejas -Artur Azevedo
História de Quinze Dias -Machado de Assis
Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena
O Humor e a Ironia em Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
Textos críticos -Machado de Assis
O Mambembe -Artur Azevedo
Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa
Produções Satíricas e Bocageanas de Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães
Na Arca -Machado de Assis
Um Que Vendeu a Sua Alma -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Soldado -Vania Ribas Ulbricht
Via-Láctea -Olavo Bilac
Eneida -Publius Virgilius Maro
O Protocolo -Machado de Assis
Polêmicas e reflexões -Machado de Assis
Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto
Os Ouvidos do Conde de Chesterfield e o Capelão Goudman -Voltaire
Viagem à roda de mim mesmo -Machado de Assis
Casamiento Engañoso -Miguel de Cervantes
O Rio de Janeiro - Verso e Reverso -José de Alencar
Contos para Velhos -Olavo Bilac
Poemas -Luís Nicolau Fagundes Varela
Un Marido Ideal -Oscar Wilde
Entre duas datas -Machado de Assis
Assunto para um Conto -Artur Azevedo
Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
Antônio Rodrigues, soldado, viajante e jesuíta português na América do Sul no século XVI -Antônio Rodrigues
The Picture of Dorian Gray -Oscar Wilde
La Vida es Sueño -Pedro Calderón de la Barca
Encher tempo -Machado de Assis
A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
Auto da Índia -Gil Vicente
O Missionário -Inglês de Souza
O Livro Derradeiro -João da Cruz e Sousa
Emma -Jane Austen
O Noviço -Luís Carlos Martins Pena
Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira
O Lapso -Machado de Assis
La Celestina -Fernando de Rojas
Os Pobres -Raul Brandão
Frankenstein -Mary Shelley
Tratado da Terra do Brasil: História da Província Santa Cruz a que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira
Discurso sobre a História da Literatura do Brasil -Visconde de Araguaia
Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato -Luís Carlos Martins Pena
LARANJA-DA-CHINA -Alcântara Machado
Historias de Fantasmas -Charles Dickens
Três tesouros perdidos -Machado de Assis
Flores da Noite -Lycurgo José Henrique de Paiva
Uma Campanha Alegre - Volume I -José Maria Eça de Queirós
Tentação -Adolfo Ferreira Caminha
O Livro de Cesario Verde -José Joaquim Cesário Verde
História do Futuro, Vol. II -Pe. Antônio Vieira
O Último dia de um poeta -Machado de Assis
Primas de Sapucaia -Machado de Assis
O Livro de uma Sogra -Aluísio de Azevedo
Páginas Recolhidas -Machado de Assis
A Luta -Carmen Dolores
O caminho da porta -Machado de Assis
As Maluquices do Imperador -Paulo Setúbal
Alves & Cia. -José Maria Eça de Queirós
Mocidade e Morte -Vania Ribas Ulbricht
Karl Marx -José Martí
Os Dois ou o Inglês Maquinista -Luís Carlos Martins Pena
O Anjo Caído -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
Uma águia sem asas -Machado de Assis
O Subterrâneo do Morro do Castelo -Afonso Henriques de Lima Barreto
Crime and Punishment -Fiodor Dostoiévsky
Uma Visita de Alcebíades -Machado de Assis
Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto
A Viúva do Estanislau -Artur Azevedo
O Esqueleto -Aluísio Azevedo
Broquéis -João da Cruz e Sousa
Beyond Good and Evil -Friedrich Wilhelm Nietzsche
Alas Rotas -Gibran Kalil Gibran
Um Apólogo -Machado de Assis
O Diplomático -Machado de Assis
Chico -Artur Azevedo
Vila Rica -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
Dívida Extinta -Machado de Assis
Girândola de amores -Aluísio de Azevedo
O imortal -Machado de Assis
O Cancioneiro Português da Vaticana -Teophilo Braga
A VIÚVA SIMÕES -Júlia Lopes de Almeida
The Fall of the House of Usher -Edgar Allen Poe
A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
O caminho de Damasco -Machado de Assis
Antonica da Silva -Joaquim Manuel de Macedo
A Origem do Mênstruo -Bernardo Guimarães
Uma carta -Machado de Assis
Decameron -Giovanni Boccaccio
Amor e Pátria -Joaquim Manuel de Macedo
NOVELA E CONTO -Amadeu Amaral
The Picture of Dorian Gray -Oscar Wilde
História comum -Machado de Assis
Ponto de Vista -Machado de Assis
Poemas de Raul de Leoni -Raul de Leoni
A Jóia -Artur Azevedo
Mitología Universal -Anônimo
A Bad Business -Anton Checkhov
Tratado da Terra do Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) -Fundação Biblioteca Nacional
Faróis -João da Cruz e Sousa
Uns Braços -Machado de Assis
Um cão de lata ao rabo -Machado de Assis
Verba Testamentária -Machado de Assis
O Namorador ou a Noite de São João -Luís Carlos Martins Pena
Um esqueleto -Machado de Assis
Vidas Paralelas - Tomo I -Plutarco
O Espírito -Artur Azevedo
Como o Diabo as Arma! -Artur Azevedo
Milagre do Natal -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Cabeleira -Franklin Távora
Uma Lágrima de Mulher -Aluísio Azevedo
Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Defeito de Família -Joaquim José da França Júnior
Enrique IV -William Shakespeare
Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
Agudeza Gascona -Marquês de Sade
Madame Bovary: moeurs de province -Gustave Flaubert
As Viagens -Olavo Bilac
Carne Frita -Gustavo Villas Boas Farias
Abel e Helena -Artur Azevedo
A Child’s History of England -Charles Dickens
Alma Cabocla -Paulo Setúbal
A Mortalha de Alzira -Aluísio de Azevedo
As Doutoras -Joaquim José da França Júnior
O anjo das donzelas -Machado de Assis
Bom - Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
Como Gustéis -William Shakespeare
David Copperfield -Charles Dickens
Uma Tragédia no Amazonas -Raul Pompéia
Amor por Anexins -Artur Azevedo
Pílades e Orestes -Machado de Assis
Amor com Amor se Paga -França Júnior
Não consultes Médico -Machado de Assis
Frankenstein -Mary Shelley
O Pecado -Afonso Henriques de Lima Barreto
Utopia -Thomas More
O astrólogo -Machado de Assis
Elefantes e Ursos -Artur Azevedo
Morta que Mata -Artur Azevedo
VIOLETA -Raul Pompéia
Crônica do Viver Baiano Seiscentista - O Burgo -Gregório de Matos
A Marquesa de Santos -Paulo Setúbal
Vidros quebrados -Machado de Assis
Du côté de chez Swann -Marcel Proust
Questão de vaidade -Machado de Assis
A Morte do Lidador -Vania Ribas Ulbricht
A Filha Maria de Angu -Artur Azevedo
Francisca -Machado de Assis
La Gitanilla -Miguel de Cervantes
Contos Fora da Moda -Artur Azevedo
Tropas e boiadas -Hugo de Carvalho Ramos
Remissão de Pecados -Joaquim Manuel de Macedo
Bodas de Sangre -Federico Garcia Lorca
Divina Commedia di Dante: Purgatorio -Dante Alighieri
São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós
A Intrusa -Júlia Lopes de Almeida
O caso da Viúva -Machado de Assis
O cancioneiro portuguez da Vaticana -Teophilo Braga
Folha rota -Machado de Assis
Eficiência Militar -Afonso Henriques de Lima Barreto
Henriqueta Renan -Machado de Assis
O Passado, passado -Machado de Assis
A Ilha da Maré -Manuel Botelho de Oliveira
Pobre Cardeal! -Machado de Assis
Um Erradio -Machado de Assis
O Poeta e a Inquisição -Visconde de Araguaia
A Descent into the Maesltrom -Edgar Allan Poe
Leonor de Mendonça -Antônio Gonçalves Dias
Um Homem Célebre -Machado de Assis
Poemas Malditos -Alvarez Azevedo
Iaiá Garcia -Machado de Assis
Patkull -Antônio Gonçalves Dias
Persuasion -Jane Austen
All’s Well That Ends Well -William Shakespeare
Pobre Finoca -Machado de Assis
Meia Hora de Cinismo -Joaquim José da França Júnior
The Adventures of Tom Sawyer -Mark Twain
Medea -Eurípedes
Camos de Soria -Antonio Machado
King Lear -William Shakespeare
Varios Cuentos -Franz Kafka
Pride and Prejudice -Jane Austen
Poemas -Alphonsus de Guimarães
Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons -Gregório de Matos
El Arte de Amar -Publius Ovidius Naso
O Tipo Brasileiro -Joaquim José da França Júnior
El Cuervo -Edgar Allan Poe
Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira
Luís Soares -Machado de Assis
Grimm’s Fairy Tales -Irmãos Grimm
História de Quinze Dias -Machado de Assis
Os Noivos -Artur Azevedo
Los Hermanos Karamazov -Fyodor Dostoyevsky
História da Conjuração Mineira -Joaquim Norberto de Souza e Silva
D. Jucunda -Machado de Assis
Memórias e Cotidiano do Rio de Janeiro no Tempo do Rei: trechos selecionados das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos -Luís Joaquim dos Santos Marrocos
Tao te King -Lao Tse
A María el Corazón -Pedro Calderón de la Barca
O Movimento da Independência, -Oliveira Lima
Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário -Pe. Antônio Vieira
Um Especialista -Afonso Henriques de Lima Barreto
Filomena Borges -Aluísio de Azevedo
The place of Camoens in the literature: address delivered before the students of the Yale University, on the 14th May, 1908 -Joaquim Nabuco
O Cabeleira -Franklin Távora
O Elogio da Mentira e outras histórias -Lycio de Faria
Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis
O Número da Sepultura -Afonso Henriques de Lima Barreto
Sentimental -Salomão Rovedo
1889 Constitution of Japan -Anônimo
O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
O Coruja -Aluísio Azevedo
João Fernandes -Machado de Assis
Muitos anos depois -Machado de Assis
Ruy de Leão -Machado de Assis
David Copperfield -Charles Dickens
Naufragios -Alvar Núñez Cabeza de Vaca
Sermão III - Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
O BAILE DO JUDEU -Inglês de Souza
Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
Oliver Twist -Charles Dickens
Qual dos dois -Machado de Assis
As You Like It -William Shakespeare
Pensamientos y Meditaciones -Gibran Kalil Gibran
Poema dos Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta
Onze anos depois -Machado de Assis
A Tale of Two Cities -Charles Dickens
Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
Auto da Feira -Gil Vicente
Conjugo Vobis -Artur Azevedo

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